Promessas feitas em vão, apertos de mãos que não se sentem mais, promessas que juras-te, em tempos, levar a cabo e que acabaram por cair por terra.
A janela pela qual um dia, juntos, vimos nascer o Sol é agora um local de onde, com mágoa, vejo partir a felicidade de um amor que muito havia prometido e que se viu alvo do culminar daquele que havia sido um amor em ambos tatuado.
Um amor outrora tatuado e que agora aparenta ter sido removido a laser, como se de um erro se tratasse.
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